sábado, 21 de abril de 2012

Alunos, Divirtam-se e Reflitam.

Nem todo estagiário é assim, tem muitos que encaram o estágio como oportunidade de aprendizado e crescimento profissional. Apesar de hilário, este vídeo nos traça o perfil do estagiário que não podemos ser para alcançar o nosso sucesso profissional.

Amigos Professores, Acordem o professor de espanto que adormece dentro de você!

O que é um professor de espanto? É o professor que não sabe nada, ele não precisa saber as respostas, mas ele fica espantado. A missão do professor seria pegar os alunos e mostrar os espantos para eles. Por exemplo: o espanto da mosca azul, o espanto dos caramujos, fazer as crianças pensarem.

Convite aos alunos do Ensino Médio!


Preencha no link abaixo os números do seu CPF para iniciar seu cadastro ou imprimir sua credencial.
A inscrição é obrigatório para o acesso ao evento.

Rita de Cássia - Uma escola para o novo mundo.



É possível e desejável fomentar o brilho nos olhos dos alunos, que têm o direito a um projeto de vida.


Observamos um número crescente de jovens sem PAIS: sem projeto, sem ambição, sem interesse e sem sonhos. A escola atenta pode fazer muito por esta causa. Na instituição escolar, observa-se um processo de reverberação entre quatro instâncias: a família, a equipe de gestão, os educadores e os educandos. Cada um destes eixos deve estar alinhado e em sintonia com os demais para que os resultados promovam crescimento e bem-estar a todos.
Podemos fazer muito mais e melhor com um acordo de apoio e estratégias claras para a gestão do capital humano no ambiente escolar. A tarefa é tão desafiadora quanto possível, e tanto instituições privadas quanto públicas têm chances de implantá-la com sucesso.

Atuando diretamente com crianças e jovens desde o Ensino Fundamental, podemos atestar o sucesso de uma proposta de trabalho sustentada numa visão empreendedora, que mescle autoconhecimento, visão ampla das profissões existentes no mercado e tendências que se desenham para o futuro.

Três números são suficientes para refletirmos sobre a necessidade de uma nova maneira de formarmos as crianças e os adolescentes deste país. Primeiro, é fato que apenas 5% dos adolescentes sentem-se convictos na hora de prestar um vestibular. Segundo, a evasão nos cursos universitários chega a mais de 40%. E, terceiro, cerca de 75% dos brasileiros sonham em mudar de carreira. Ou seja, o sinal amarelo está aceso – e faz tempo.

Apesar desses dados desanimadores, os alunos dos ensinos Fundamental e Médio têm grandes sonhos e não apenas para si, mas para um país melhor, para um mundo melhor. E por que esses sonhos acabam diluídos muitas vezes em desilusão? Eis um desafio a quem se incumbe da missão de educar. Mais que isso: um desafio que nos convoca a arregaçar as mangas para construirmos um modelo que, em vez de frustrá-los, possa estimulá-los a conhecer mais para poder escolher e descobrir a si próprios antes de decidir diante do mundo que está à sua volta.

O brilho nos olhos dos estudantes é reflexo do brilho nos olhos da escola que se propõe a educá-los para a vida. Da escola que não se prende a velhas amarras, mas se abre aos horizontes do admirável mundo novo, o mundo que exige profissionais multifuncionais, que sejam maleáveis a mudanças e desafios, com ética e valores consolidados. Essa escola nasce em instituições, em governos, nas famílias e em todo e qualquer adulto que assuma seu papel de educador. Semente fértil que se plantada com amor e dedicação pode trazer frutos que se mostram como brilho nos olhos diante de uma vida que está em plena construção e merece ser festejada, construída, elaborada. Somos todos preparadores do olhar com que as crianças e os adolescentes perceberão seu futuro. E consequentemente, a sustentabilidade deste país.

Seminário Educar para transformar. Sábado, 14 de abril de 2012.

Nós, professores e coordenadores do Colégio Rita de Cássia, tivemos o privilégio de assistir um seminário em que os palestrantes Silvana Pepe e Marcos Brogna trataram de Empreendedorismo, valores humanos e educação no século XXI.
Quando será o próximo!!!

Supervisão Docente 30/03/2012 São Paulo / Adoramos! Fabiana e Rita


O encontro de educadores que utilizam a Metodologia OPEE em escolas de todo o Brasil, também chamado de supervisão docente, foi realizado na última sexta-feira em São Paulo e lotou auditório nos períodos da manhã e tarde.
No evento, professores dos ensinos Fundamental e Médio, que trabalham com o material OPEE, puderam assistir a uma aula aberta com o autor da metodologia, Leo Fraiman, além de exposições sobre os eixos da OPEE, a utilização da Educação Financeira como alternativa contra o consumismo infantil, o uso da notícia no ambiente da educação, a união de escola-aluno-família nas novas teias digitais e o desafio da avaliação na disciplina de orientação profissional/projeto de vida.
As supervisões acontecem semestralmente e servem para manter um alinhamento entre a criação/atualização de conteúdos e a sua aplicabilidade em salas de aula. Além delas, este ano a equipe OPEE está realizando seminários por todo o país, começando pelo estado de São Paulo. Diferente das supervisões, voltadas para professores que usam a metodologia, os seminários são abertos a todo o corpo docente das instituições de ensino. O tema do seminário é Educar para Transformar e traz reflexões sobre educar com valores humanísticos e dados inéditos de um estudo acadêmico sobre onde os jovens buscam informações para seus projetos de vida e qual o papel da escola e da família hoje.

Avaliação OPEE 1° Trimestre / Módulo Autoconhecimento

Ensino Fundamental II - 6° a 9° ano e Ensino Médio.

  • AV1: Pesquisa  - Valor 5,0.
  • AV2: Atividades preenchidas do livro. - Valor 5,0
  • AV3: Avaliação Trimestral - Valor 10,0
Assuntos abordados neste 1° trimestre nas avaliações.
  • 6° Ano: Orgulhe-se de você.
  • 7° Ano: Persistência .
  • 8° Ano: Quem sou eu?.
  • 9° Ano: Maturidade.
  • 1° Ano: Auto estima.
  • 2° Ano: Caminhos para felicidade.
  • 3° Ano: Investimento em atitudes positivas para o futuro.

ALUNOS | O que é uma vida bem vivida.


Nadine Stair, escritora norte-americana, traduz em um de seus textos a dor de uma vida mal vivida. “Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Correria mais riscos, viajaria mais (...)”

Esse arrependimento descrito no contexto da literatura acaba de ganhar uma comprovação científica, no livro “Os cinco maiores arrependimentos à beira da morte”, da enfermeira australiana Bronnie Ware. Ela descobriu entre vários doentes terminais que o que mais lhes dói é o sentimento de não ter aproveitado a passagem pela Terra.

Eis um paradoxo do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo em que se criam tecnologias para o conforto das pessoas, a sensação de que não se desfrutou adequadamente da vida aflige a humanidade. Números da OIT (Organização Internacional do Trabalho) ajudam a explicar isso: só 8% dos trabalhadores no mundo são felizes em seus empregos, um indicativo de que algo está errado.

Viver bem é possível. Assim como viver para o bem é possível. E o melhor ambiente para formar um ser humano mais feliz é na educação, tanto familiar quanto escolar. Fomentar cidadãos que se conheçam de fato, que alicercem seus projetos de vida em valores e que enxerguem sentido no que fazem é o caminho para uma existência verdadeiramente autônoma, capaz de ver realização nas horas trabalhadas e planejar o lazer e a convivência de forma equilibrada e saudável.

A OPEE tem essa crença em seu alicerce. Nosso material, desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro do Médio, trabalha para formar profissionais realizados e pessoas felizes, alinhando escola, aluno, família e sociedade.

VOCÊ, ALUNO, que tem muita vida pela frente, o que planeja para evitar arrependimentos futuros? Você pensa em mudar a realidade atual? Pois saiba que a maior mudança começa dentro de você, dentro de sua geração e de sua juventude.

MÊS DO DESCOBRIMENTO | A carta de Pero Vaz e o Brasil


No mês do descobrimento do Brasil, faremos uma série especial de newsletters para nossas escolas conveniadas, convidando professores, alunos e pais a redescobrirem o Brasil, suas potencialidades e desafios.

Nesta primeira, elencamos trechos da carta de Pero Vaz Caminha ao Brasil de hoje, comparando um olhar para uma terra promissora com um país construído sobre ela.

A ideia é fazer com que os dois momentos históricos citados na news inspire discussões em salas de aula e entre famílias: que país já construímos e o que podemos fazer para consolidarmos uma nação mais digna?

MÊS DO DESCOBRIMENTO | Que país é esse?

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

O TER, O SER E O TECER - PAIS


Você já teve a sensação de que está faltando alguma coisa para ser plenamente feliz e satisfeito? Pois, acalme-se. Esse sentimento atinge grande parte da humanidade em tempos contemporâneos. Mais que isso: vencer essa situação é dos maiores desafios nos dias de hoje.

A sociedade de consumo nos estimula a ter cada vez mais. Aquele tênis comprado no mês passado já não satisfaz tanto quanto o que acabou de ser lançado e sempre somos convidados a adquirir mais e mais. Por outro lado, a aquisição de um bem material não supre totalmente esse desejo, pois muito em breve novamente seremos estimulados a adquirir outros.

Soma-se a isso uma demanda crescente pela competição. São os estudos curriculares, os cursos extracurriculares, as capacitações, as especializações, os diferenciais diversos etc. Sem contar o necessário espaço do lazer e do descanso. Parece que sempre estamos em débito com a vida e a vida, por sua vez, em débito conosco.

Esse tema foi capa da revista ‘Vida Simples’ deste mês, que estampa: ‘Insatisfação. Por que sempre temos a sensação de que alguma coisa está faltando em nossa vida?’. A publicação nos convida a algumas reflexões. Por exemplo, sobre saber diferenciar o ‘querer’ do ‘precisar’ e o ‘ter’ do ‘ser’.

O que queremos nem sempre precisamos e o que precisamos nem sempre queremos. Para desvendar essa equação, é importante que façamos um exercício de autoconhecimento, reconhecendo limites para o que é possível e para o que é impossível e entedendo que frustrações ocorrerão e delas virão grandes aprendizados.

Ter tudo não é possível, mas ter o necessário é importante. Ser uma pessoa íntegra é fundamental. Que tal resolver essa questão utilizando uma palavra híbrida: ‘tecer’. Para que possamos ter e ser na medida certa, tecendo, assim, um mundo melhor.

VOCÊ, PAI/MÃE
Educa seus filhos entendendo que a frustração é inevitável à vida? Discute com ele sobre os apelos midiáticos e qual olhar devemos ter em relação a isso? Fala sobre virtudes?

Mais que carreira, formar personalidade


Uma mudança não apenas no sentido de pensar melhor na escolha (profissional) da profissão, mas uma mudança de postura, de comportamento, com mais maturidade, melhor convivência com os amigos.
A metodologia OPEE não fica apenas na escolha profissional. Mostra a forma de se posicionar como pessoa, suas características, para o resto da vida.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Institucional

Cada série contempla um livro didático utilizável ao longo de um semestre, ou um ano, com cerca de 30 atividades divididas em 4 eixos.

  • Autoconhecimento
  • Escolha profissional
  • Processos seletivos, vestibular e ENEM
  • Mercado de trabalho
Essa metodologia, desenhada para a inserção na grade curricular plena dos colégios de acordo com a LDB/96 que atribui como parte integrante da responsabilidade escolar, o encaminhamento ao mercado de trabalho.
Escolhemos essa metodologia para os jovens da escola com um futuro a ser construído e que têm direito a uma informação atualizada e as ferramentas que lhes auxiliam na tomada de decisões sobre seu futuro profissional. A OPEE tem a finalidade de contribuir com a formação de projetos de vida sadios, felizes e eficazes.